
O termo vírus de computador é derivado e análogo ao vírus biológico. As infecções biológicas expandem-se quando o vírus (um pequeno casco contendo material genético) consegue injetar-se numa grande célula do corpo. A célula infectada é convertida numa fábrica biológica para a replicação do próprio vírus. Similarmente, um vírus de computador é um segmento de código de máquina (tipicamente entre 200 e 4000 bytes) que replica seu código, quando ativados, em um ou mais programas hospedeiros. Quando os programas infectados são executados, o código viral também é executado o que acaba por expandindo a infecção.
Um vírus possui três estágios de ‘vida’:
* Execução: para que um vírus se espalhe, ele precisa ser executado. Esta fase ocorre como um resultado direto para um usuário que invoque um programa infectado, ou indiretamente, quando o sistema executa o código viral como parte de sua seqüência de inicialização ou ao executar uma tarefa administrativa em segundo plano;
* Replicação: o vírus, ao ser executado, replica-se para um ou mais programas escolhidos aleatoriamente;
* Realização de tarefas: além de auto replicar-se, os vírus podem realizar outras tarefas paralelamente, que apresentam uma variedade de efeitos (benéficos ou malévolos) que acabam por indicar a presença do vírus.
Vírus são como um molde no espaço tempo, representados como moldes de instruções que existem ao mesmo tempo em muitos sistemas computadorizados. Os vírus não são associados com o maquinário físico, mas com as instruções pré-estabelecidas pelo seu criador ou pelo código-mãe que o originou. Os vírus de computador possuem a habilidade de reproduzir-se, gerando uma cópia exata ou mutante de seu código genético, este código do qual é composto pode sofrer um variedade imensa de mudanças randomicamente em sua sequência binária. Pequenas mutações podem levar o vírus a se tornar mais resistente a ferramentas de diagnóstico, como os anti-vírus. Há também o fato de que alguns destes invasores podem armazenar a informação de sua própria estrutura. Assim como os vírus biológicos, que utilizam o DNA para armazenar toda a informação necessária para a replicação da célula, os vírus de computador utilizam o seu código como um gabarito ao auto replicar-se.
O Metabolismo virótico envolve a energia ou a matéria que um organismo vivo necessita transformar para executar as suas atividades. Os vírus de computador utilizam a energia elétrica do sistema para executar as suas atividades. Eles não convertem matéria, mas utilizam esta energia para executar as suas instruções e infectar outros programas.
Um vírus possui três estágios de ‘vida’:
* Execução: para que um vírus se espalhe, ele precisa ser executado. Esta fase ocorre como um resultado direto para um usuário que invoque um programa infectado, ou indiretamente, quando o sistema executa o código viral como parte de sua seqüência de inicialização ou ao executar uma tarefa administrativa em segundo plano;
* Replicação: o vírus, ao ser executado, replica-se para um ou mais programas escolhidos aleatoriamente;
* Realização de tarefas: além de auto replicar-se, os vírus podem realizar outras tarefas paralelamente, que apresentam uma variedade de efeitos (benéficos ou malévolos) que acabam por indicar a presença do vírus.
Vírus são como um molde no espaço tempo, representados como moldes de instruções que existem ao mesmo tempo em muitos sistemas computadorizados. Os vírus não são associados com o maquinário físico, mas com as instruções pré-estabelecidas pelo seu criador ou pelo código-mãe que o originou. Os vírus de computador possuem a habilidade de reproduzir-se, gerando uma cópia exata ou mutante de seu código genético, este código do qual é composto pode sofrer um variedade imensa de mudanças randomicamente em sua sequência binária. Pequenas mutações podem levar o vírus a se tornar mais resistente a ferramentas de diagnóstico, como os anti-vírus. Há também o fato de que alguns destes invasores podem armazenar a informação de sua própria estrutura. Assim como os vírus biológicos, que utilizam o DNA para armazenar toda a informação necessária para a replicação da célula, os vírus de computador utilizam o seu código como um gabarito ao auto replicar-se.O Metabolismo virótico envolve a energia ou a matéria que um organismo vivo necessita transformar para executar as suas atividades. Os vírus de computador utilizam a energia elétrica do sistema para executar as suas atividades. Eles não convertem matéria, mas utilizam esta energia para executar as suas instruções e infectar outros programas.
Tais códigos podem interagir com o ambiente, os vírus executam inspeções em seus sistemas hospedeiros como parte de sua atividade. Eles examinam as arquiteturas de memória e do disco rígido, alterando os endereços para que possam ocultar a si mesmos, ou seja, ele alteram seu ambiente para suportar a sua existência e ainda desenvolver métodos de estabilidade funcional, vencendo os anti-vírus. A evolução e o desenvolvimento é a maior diferença entre os vírus biológicos e os vírus de computador, pois o segundo não apresenta uma evolução. Apesar de ser possível construir um vírus capaz de evoluir de uma forma contínua, este seria tão grande e complexo, que dificilmente deixaria de ser detectado e seria, então, eliminado. No entanto os vírus de computador apresentam mutações. Normalmente estas mutações variam poucas instruções, principalmente as que imprimem mensagens, ou os tipos de formas de ativação e replicação.




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